Ultra Street Fighter II: The Final Challengers

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Virtualgame.jpg Ultra Street Fighter II: The Final Challengers é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um tanque com metralhadora fuzila um monte de soldados.

Ultra Street Fighter II III V HD for Nintendo Switch
Ultra Street Fighter II The Final Challengers cover.png

Capa da versão sincera do jogo

Informações
Desenvolvedor Capcom
Publicador Capcom
Ano 2017
Gênero Luta de rua
Plataformas Nintendo Switch
Avaliação Indefinido
Idade para jogar Livre

Ultra Street Fighter II: The Final Challengers é o resultado de mais uma capcomzice da Capcom, empresa conhecida por seu excelente trabalho de reciclagem de suas próprias franquias, sendo este o trigésimo oitavo relançamento do clássico Street Fighter II. Quando lançado em 2017 o jogo rendeu à Capcom menção no Guinness World Records ao tornar o Street Fighter II o jogo mais relançado de todos os tempos.

O motivo desse relançamento é que em 2017 o Street Fighter II já existia em todos os consoles existentes possíveis, do Atari Jaguar ao PlayStation 4, do Power Player Super Alegria 3 ao Mini Polystation 3, havia pelo menos algum tipo de Street Fighter II em todos esses consoles, mas ainda faltava algo para o Nintendo Switch e foi então que a equipe criativa da Capcom começou a trabalhar nesse port. Cientes que apenas crianças abaixo de 12 anos de idade possuem Nintendo Switch os gráficos foram polidos de modo a ficarem bem coloridos e para agradar o grupo que está ali entrando na puberdade, os peitos da Chun-li e a bunda da Cammy receberam tratamento especial na versão HD.

Jogabilidade[editar]

O jogo traz a jogabilidade importada do Super Street Fighter II Turbo, ou seja, é a mesma coisa de sempre de todo e qualquer Street Fighter II visto desde 1987 no Street Fighter II The Prequel. A opção de criar uma mistureba inacreditável de estilos é o que garante algum estilo único a esse jogo, misturando as vezes som 8-bit com gráfico de Street Fighter IV e jogabilidade de Street Fighter III.

Novidades[editar]

Os novos gráficos dão a esperada atenção à calcinha atochada das personagens.

A primeira diferença notável em relação ao clássico Street Fighter II de Rodoviária está no fato de que a Capcom compreendendo que o usuário de Nintendo Switch são em 99,9% formados por garotos criados em apartamento pela avó que jamais encostaram em um fliperama ou apanharam de verdade na padaria para alguém mais velho depois de vencê-lo no Street Fighter, para esse tipo de garoto frágil e afrescalhado foi proporcionado um seguro multiplayer online que pode ser jogado a distância do conforto da sua casa e sem gastar fichas. Outras molezas incluem um modo para aqueles cansados de apanhar para os nerds viciados, sobretudo os coreanos, e então enfrentar esses jogadores online mas com o CPU os controlando (e apanhar mesmo assim).

Outra novidade é o modo Buddy Battle, que consiste em dois jogadores locais se unirem para enfrentar dois bonecos controlados pela CPU. É um modo bastante utilizado por aqueles já cansados de brigar por causa de FIFA ou PES, porque obviamente o jogador que está na luta não vai trocar pra ceder à vez ao amiguinho, gerando bons xingamentos durante a diversão.

Porém a novidade mais curiosa desse título é bem diferente. Ao invés de criarem um jogo novo com tanta criatividade, a Capcom parece preferir dedicar-se a ficar inventando inutilidades para os seus Street Fighter II, como a existência do Modo Way of the Hado em Ultra Street Fighter II: The Final Challengers. Neste modo de jogo você subitamente controla o Ryu do Street Fighter IV na jogabilidade de Skyrim dando socos nos inimigos em primeira pessoa, tudo porque a Nintendo possui esse contrato de que todo jogo que for para sua plataforma tem que obrigatoriamente dar algum uso bizarro para o controle Joy Con do Switch. Agora não se sabe porque não lançaram logo o Street Fighter IV para Switch.

Personagens[editar]

Não seria numa versão de Street Fighter de Rodoviária exclusivamente adaptada para console de playboyzinho que a Capcom traria qualquer personagem novo. O jogador vai precisar se contentar com Evil Ryu e Violent Ken, que são as meramente as versões putas do Ryu e do Ken respectivamente.